30/05/2011
Chapa única é eleita no Sindicato de Criciúma com 97,2% dos votos
A chapa única foi eleita para a direção do Sindicato dos Bancários de Criciúma (SC) com 97,22% dos votos. Do total de 395 associados, 384 votaram na nominata liderada pelo presidente eleito Ronald Pagel Soares. Houve 10 votos em branco e apenas um nulo.
A votação aconteceu na sede do Sindicato e em mais oito urnas itinerantes na região. O processo foi acompanhado pelo secretário de Relações Internacionais da Contraf-CUT, Ricardo Jacques.
"Essa vitória esmagadora é fruto de um forte trabalho de base, respalda a direção eleita para enfrentar as próximas lutas da categoria e fortalece a unidade nacional dos bancários, que tem no Sindicato de Criciúma um importante protagonista", comemora o diretor da Contraf-CUT.
Ronald, funcionário do Banco do Brasil na agência de Forquilhinha há 30 anos, estará à frente do Sindicato que tem abrangência em nove municípios do sul do Estado. Ele é bacharel em Direito e integra o Conselho Municipal do Meio Ambiente de Criciúma, representando a CUT Regional Sul.
O presidente eleito assume no lugar do funcionário do Santander e poeta Edegar da Cunha Generoso, que comandou o Sindicato com muita dedicação e combatividade por nove anos em três mandatos. A categoria é formada por cerca de 900 trabalhadores.
Para Ronald, é mais uma gestão que inicia com a participação de novos companheiros, mas os companheiros da antiga direção permanecem na luta. "É com alegria que assumirei a presidência do Sindicato, liderando uma categoria que tem identidade nacional. Ao mesmo tempo, tenho consciência da responsabilidade assumida pela confiança de quase 100% dos votantes dessa categoria. O maior desafio e cumprir a missão do Sindicato, defendendo os direitos dos trabalhadores na luta por um mundo equilibrado, desenvolvimento justo, democrático e fraterno".
As propostas da chapa são: lutar pela ampliação do emprego bancário; buscar a isonomia acompanhando e lutando pela igualdade de direitos dos (as) trabalhadores (as) bancários (as); combater o assédio moral usando os meios jurídicos e políticos cabíveis; continuar e aumentar a participação nas comissões de ética e de empresa; lutar contra a precarização e terceirização do serviço bancário; buscar melhorias para a qualidade de vida e saúde dos bancários; atuar contra a discriminação de gênero, raça e orientação sexual; lutar pela implementação da Convenção 158 da OIT; debater o papel social dos bancos públicos; continuar a melhorar a aproximação do Sindicato com a base e realizar estudo sobre a sustentação financeira da entidade.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb Criciúma